Agora que você já ouviu todas as músicas do Michael Jackson que devem estar marretando nas rádios daí, assim como marretam nas rádios daqui... veja essa coisa bonita que o Caetano fez.
Eu gostava do Michael Jackson porque é difícil separá-lo de certos bons momentos de minha infância. Um vizinho meu, o Marquinhos, tinha o LP "Bad" (1987). Pô, eu gostava daquilo pacas. Mas nunca tive um álbum. Com a morte dele, vi pelos jornais que as pessoas aqui em Nova York foram para a porta do Apollo Theater, no Harlem. Do mesmo modo fizeram quando James Brown faleceu no ano em que cheguei aqui, em 2006. Se os caras choram no Apollo é porque o cara é da raça e é bom. Eu só posso dizer Amém!
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Matéria em inglês que acabou de ser publicada no NY Times fala da atual reverência dos negros americanos a Michael Jackson. Bem interessante:
http://www.nytimes.com/2009/06/29/us/29race.html?src=twt&twt=nytimes
Caro Mr Neves,
É curioso, se não estranho mesmo, essa relação de MJ com a sua negritude e a "Negritude". Enquanto , obviamente, ele não aceitava a sua cor, os seus traços, por outro lado ele nunca buscou se afastar da cultura negra, ao contrário, se afirmava como tal e sinceramente gostava disso. Seu problema era estético, não étnico. Com certeza ainda há muito o que se descobrir MJ, mas enquanto isso não ocorre vale mais que a pena se deliciar com sua arte.
Abraços,
Spencer